Acerca

O processo de globalização gerou um novo espaço de negociação homogénea criando novas possibilidades de deslocação e comunicação.

Migrações e exílios, constantes no mundo actual, criam novas formas de interacção entre indivíduos,manifestando-se na forma como os mesmos se apropriam e agem no mundo em que vivem.

A presença antes radicada num local, dá lugar a uma nova forma de presença mais distribuída (dir-se-ia omnipresente ou essa é a ilusão e desejo do nosso tempo). A mobilidade gera contaminações entre os que chegam e os que partem – um ponto de passagem é um lugar com um início e um fim temporário que acentua a precaridade da relação que se tem hoje com o espaço/tempo. De que forma é que este novo espaço, marcado também por uma temporalidade ou um quase “limbo”, influencia a obra dos artistas contemporâneos?

Os artistas vêem-se perante novos desafios, actuando como contrabandistas de símbolos: absorvendo-os, processando-os, transformando-os e transportando-os em conjunto, com uma amálgama de outros símbolos anteriormente adquiridos e que se tornam parte do seu corpo de trabalho.

Tráfico é um ponto de passagem, um local de trocas.
O local onde artistas, oriundos de vários lugares, se encontram com um público atento que tem assim a oportunidade de participar no discurso e na reflexão e fornecer um contexto que poderá ser novamente transportado para um outro lugar.



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